
CINEMA E VÍDEO
Filmes e séries
Nossas entregas
Depósito Legal
A Cinemateca Brasileira estabelece as seguintes entregas de acessibilidade para filmes depositados no acervo:
Libras (preservação): 1920x1080, fundo neutro, ProRes422HQ, com áudio da obra
Libras (DCP): arquivo 480x640, vp9, encapsulado em wave
audiodescrição: AD solo, mesma duração da obra original
LSE (preservação): Formato .srt
LSE (DCP): Arquivo XML
Outras janelas
Acreditamos na ampliação do acesso!
Por isso, para todos os projetos que têm previsão de Depósito Legal, enviamos sem custo adicional as seguintes versões:
Libras+LSE queimadas sobre a imagem - Ideal para sessões inclusivas
Audiodescrição mixada ao áudio do filme - pode ser usada em exibições e como faixa de áudio acionável em entregas para TV e mostras online.

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CTA FALE COM A GENTE
Vídeos e videocasts
Nossas entregas
O formato de entrega para vídeos acessíveis são definidas baseadas na plataforma de exibição (YouTube, Instagram, TikTok, telão led, etc) e nas escolhas da produção.
A entrega mais comum para esses casos é:
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Janela de Libras queimada sobre a imagem;
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LSE queimada sobre a imagem e/ou em formato .srt (plataformas como o youtube oferecem a opção de ativar ou desativar as legendas);
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Audiodescrição mixada ao áudio original do vídeo.
Para podcasts, videocasts e redes sociais, é possível fazer uma versão otimizada para telas verticais.
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CTA FALE COM A GENTE
Saiba mais
Os recursos de acessibilidade
Existem três recursos de acessibilidade para cinema e vídeo:
Libras, as legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) e a audiodescrição.
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A Libras é a língua das pessoas surdas sinalizantes.
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As Legendas para surdos e ensurdecidos contém os diálogos, sinalizações sonoras e identificação de personagens.
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Audiodescrição é transformar imagens em palavras. No caso de um filme, a audiodescrição descreve ações e elementos visuais das cenas, intercalada com o áudio do filme.
Como funciona
Existem diferentes maneiras de entregar os recursos de acessibilidade para os usuário. A maneira mais comum é através de aplicativos em celulares ou tablets nas salas de cinema. Esses aplicativos sincronizam a acessibilidade a partir do áudio do filme.
Outra maneira é através de equipamentos dedicados existentes nas salas de cinema. Nesse caso, a acessibilidade vem diretamente de dentro do DCP.
A terceira opção é exibir o filme com a acessibilidade aberta para todos. Ou seja, com a Libras e as legendas "queimadas" (ou coladas) sobre a imagem e a audiodescrição mixada ao áudio do filme, aberto para todos os públicos. Essa é a maneira mais simples de exibir o filme acessível sem depender de tecnologias assistivas, como apps ou equipamentos adicionais.